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Desafio do mês Desafio do mês

Tema #057
Inspiração: Dorothea Lange

Fotografias que de alguma forma façam tributo ao trabalho da fotógrafa Dorothea Lange.

Para participar no desafio, tem que estar registado e autenticado.

Número de participantes: 14

Desafio da semana Desafio da semana

Tema #486
Pernas

Fotografias que mostrem as pernas de alguém. Só ser humano e só visível da cintura para baixo.
Tema vencedor do «Tu é que escolhes» com 58.6% dos votos.

Para participar no desafio, tem que estar registado e autenticado.

011:Trabalhador do campo
por BEAN FELY

010:Xadrez
por amelia

009:Ballet
por Manuela Rodrigues

008:Obrigada!
por Isabel G. Silva

007:Tatto
por Ana Simões

006:Coisas de miúdas
por anabatista

005:o vira do minho
por Ligia Bento

004:Incompleta
por Welerson Athaydes

003:um pequeno vislumbre
por kaipiroska

002:Pernas
por paulonvalves

001:Sombra da Existência
por Richie30

 

Próximo Desafio Próximos desafios

Quer saber qual será o tema dos próximos desafios?

Para o ficar a saber, tem que estar registado e autenticado.

 

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Inspiração: Julia Margaret Cameron Inspiração: Julia Margaret Cameron

Publicado em 2016-09-27 por Flinpo   |   Inspiração   |   1 Comentário

Em votação Votação Semanal

Tema #485
Horizonte

(Em votação até 2020-02-02)
Julia Margaret Cameron (1815-1879) poderia ser encarada como a santa padroeira da fotografia amadora. Nasceu em Calcutá, de pai inglês e mãe francesa, foi educada na França, voltou à Índia e lá residiu até mudar-se para a Inglaterra, em 1848.

Recebeu a sua primeira câmara, oferecida pela filha, aos 48 anos de idade. Transformou em estúdio fotográfico o celeiro e passou a retratar desde crianças, familiares, amigos e até celebridades vitorianas, entre as quais Charles Darwin, o poeta laureado e vizinho Alfred Lord Tennyson, os pintores John Everett Millais e George Frederick Watts, e o astrónomo John Herschel.

Apresentava uma extraordinária intensidade de emoções nos seus temas, criando fotografias com um grande sentido de estilo, trabalhando até ao limite os seus modelos. Alegadamente, Alfred Lord Tennyson avisou o poeta Henry Longfellow: «Faz tudo o que ela mandar. Volto daqui a pouco para ver o que sobrou de ti.».
Trabalhando à luz fraca e suave que tanto apreciava, ela usava placas de vidro que exigiam exposições que em geral duravam vários minutos.

Apesar da qualidade do seu trabalho e do apoio entre os mais próximos, ela não recebeu grande reconhecimento na sua época. A sua obra somente caiu na graça do público após ter sido resgatada pelo historiador Helmut Gernsheim, no livro «Julia Margaret Cameron: Her Life and Photographic Work», lançado em 1948, durante uma onda de nostalgia popular.

Inspire-se.































 

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Comentários Comentários   |   + Comentar

Na verdade, é de realçar a heroicidade dos seus modelos para aguentarem expressões durante séculos de segundo !
E a autora possuía um enorme sentido de composição, além de obter a interioridade das personagens.

JOÃO MENÉRES | 2016-09-28 11:55:06

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