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Tema #057
Inspiração: Dorothea Lange

Fotografias que de alguma forma façam tributo ao trabalho da fotógrafa Dorothea Lange.

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Tema #486
Pernas

Fotografias que mostrem as pernas de alguém. Só ser humano e só visível da cintura para baixo.
Tema vencedor do «Tu é que escolhes» com 58.6% dos votos.

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25 anos do Telescópio Espacial Hubble 25 anos do Telescópio Espacial Hubble

Publicado em 2015-04-24 por Flinpo   |   Inspiração   |   4 Comentários

Em votação Votação Semanal

Tema #485
Horizonte

(Em votação até 2020-02-02)
A primeira vez que o Telescópio Espacial Hubble abriu os olhos da Humanidade foi em 1995, quando fez uma fotografia de longa exposição, para uma zona "vazia" do espaço. Mas o que ele descobriu, é que o espaço que se pensava estar vazio, estava afinal repleto de milhares de galáxias distantes.
O telescópio espacial Hubble mostrou-nos galáxias e objectos distantes, que nunca antes se observara com tanto pormenor. Viu estrelas a morrer e estrelas a nascer. Testemunhou grandiosas explosões. Descobriu um Universo em expansão acelerada. Investigou as atmosferas de planetas em órbita de estrelas distantes.

Decidimos entrar na festa de aniversário do Telescópio Espacial Hubble, com uma escolha de 10 das muitas milhares de fotografias espectaculares que ele foi fazendo ao longo dos anos.
A informação junto a cada uma das fotografias, foi recolhida no sítio da Agência Espacial Europeia dedicado ao Hubble.

Deslumbre-se.


A fotografia mostra-nos os chamados «pilares da criação», localizados na Nebulosa da Águia, a 7 mil anos-luz da Terra.



Galáxia NGC 1433, fica aqui mesmo ao lado, a uns "meros" 32 milhões de anos-luz do nosso planeta.



Na galáxia NGC 4526 reside um buraco negro supermassivo, com a massa de 450 milhões de sóis. É uma das galáxias lenticulares mais brilhantes conhecidas. Sabe-se que nela já ocorreram duas explosões de supernovas, uma em 1969 e outra em 1994. O disco de gás, poeira e estrelas da NGC 4526 roda de uma forma incrivelmente rápida, a mais de 250 quilómetros por segundo.



A galáxia NGC 3603 é uma maternidade de estrelas, um dos mais impressionantes aglomerados de estrelas recém-nascidas e jovens da nossa galáxia.



Há 60 milhões de anos, na constelação austral do Corvo, duas grandes galáxias colidiram. Tendo em conta que a luz viaja a cerca de 300 mil quilómetros por segundo, demorou 60 milhões de anos a percorrer a distância entre nós e o local da colisão.
No caso destas galáxias, a NGC 4038 e a NGC 4039, as grandes nuvens de gás e poeira originam novas estrelas. A forma "engraçada" como nos aparecem estas galáxias, garantiu-lhes um nome para a posteridade: Antenas.




Este é o centro de um aglomerado globular de estrelas catalogado como NGC 6362.
Unidos pela gravidade, estes aglomerados são compostos por estrelas com 10 mil milhões de anos de idade, mais velhas que o nosso Sol.
Tais aglomerados são bastante comuns no Universo (só na nossa galáxia já descobrirmos cerca de 150). Em termos científicos, são das estruturas mais antigas que podemos observar directamente.




Nebulosa Borboleta, na constelação do Escorpião, é uma das mais brilhantes nebulosas planetárias que se conhece.
As paredes de gás comprimido estão aquecidas a 20 mil graus Celsius. No epicentro desta fúria galáctica, reside uma estrela moribunda que outrora teve cinco vezes mais massa do que o nosso Sol e agora emite uma mortífera radiação ultravioleta, suficiente para fazer todo aquele gás brilhar intensamente.




Galáxia NGC M104 é mais conhecida por galáxia Sombrero e não é preciso ser mexicano para perceber como é um nome apropriado.
A Sombrero tem 50 mil anos-luz de uma ponta à outra e está a cerca de 28 milhões de anos-luz de distância.




Eis um cavalo-marinho a nadar num oceano turbulento de poeira e gás. É a nebulosa Cabeça de Cavalo ou Barnard 33, aqui fotografada no infravermelho.



Uma estrela nasce nas sombrias entranhas da nuvem LDN 43, uma enorme mancha de gás, pó e gelo a 520 anos-luz da Terra na Constelação de Ofiúco. As estrelas nascem nestes gigantescos infantários de pó e gás cósmicos, flutuando livremente no Espaço até a gravidade os prender. Esta jovem estrela, RN0 91, apenas revelada pelo seu reflexo nas nuvens que a rodeiam, não entrou ainda na chamada sequência principal (ainda não começou a fundir o hidrogénio no núcleo). A energia responsável pelo seu brilho é outra: contração gravitacional. A estrela está a ser comprimida pelo seu próprio peso e, a dado ponto, ao atingir a massa crítica, iniciará a fusão do hidrogénio, dando entrada na chamada vida adulta da estrela.


 

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Comentários Comentários   |   + Comentar

obrigado por nos trazerem estas quase fantasiosas imagens.

quando me falam em morte e nascimento de estrelas e como o Hubble as presenciou, acho sempre coisa incompreensível para a minha humilde condição terrena, mas sempre, também, deslumbrante!

ruimnm | 2015-04-24 15:37:09

Estou simplesmente extasiado. Se existe algo para além da morte, gostaria de começar por "ver" ao "vivo" a sexta foto.

migusilva | 2015-04-26 23:55:30

Eu sou um verdadeiro apaixonado por astronomia e sempre que vejo uma fotografia ligada ao tema, fico deslumbrado.

Gostava que já existissem naves espaciais, tal como nos filmes, onde fosse possível visitar todos estes novos mundos. :-)

remus | 2015-04-27 15:34:28

Que homenagem maravilhosa! Obrigada pela partilha destas imagens transcendentais!! E ainda acreditamos que somos únicos neste infinito de possibilidades!

AniCka | 2015-05-03 19:58:48

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