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Desafio do mês Desafio do mês

Tema #045
Mercado ao ar livre

Fotografias que mostrem um mercado ou feira realizada ao ar livre.
A fotografia não deverá ser dúbia. Deverá ser evidente que o mercado é ao ar livre.

Para participar no desafio, tem que estar registado e autenticado.

Número de participantes: 11

Desafio da semana Desafio da semana

Tema #433
Fio não metálico

Fotografias que apresentem qualquer tipo de fio, excluindo fios de metal.

Para participar no desafio, tem que estar registado e autenticado.

Participação aguarda validação.

010:Fios de seda
por anabatista

009:do fio se fez a rede
por Ligia Bento

008:CORDAS E AMARRAÇÕES
por VAA

007:redes de pesca
por kaipiroska

006:A teia
por Manu

005:O Ninho do Tecelão
por paulonvalves

004:Pêlos = Lã
por remus 

003:Por um fio
por Breno Fortuna

002:SEGREDO IMPERFEITO
por JOÃO MENÉRES

001:9 contas da amarra
por josemgpereira

 

Próximo Desafio Próximos desafios

Quer saber qual será o tema dos próximos desafios?

Para o ficar a saber, tem que estar registado e autenticado.

 

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Exposição: “Na ponta dos dedos” Exposição: “Na ponta dos dedos”

Publicado em 2018-08-06 por Flinpo   |   Divulgação   |   Sem Comentários

Em votação Votação Semanal

Tema #432
Cogumelo

(Em votação até 2019-01-27)

Até ao próximo dia 30 de Setembro de 2018, está patente no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, a exposição de fotográfica “Na ponta dos dedos” da autoria de Luís Pavão.

Ao longo de seis meses, entre Junho e Dezembro de 2016, o fotógrafo Luís Pavão registou os trabalhos de limpeza e de restauro do Padrão dos Descobrimentos. Desse registo, resultou um conjunto de fotografias de grandes planos dos protagonistas da Expansão Portuguesa. À distância de um braço, da perspetiva do andaime, descobrem-se, na luz do dia filtrada pelas esteiras ou na luz artificial das sessões noturnas, múltiplos detalhes.

Esta exposição é também oportunidade para conhecer melhor a história do Padrão dos Descobrimentos. Construído pela primeira vez em 1940 em gesso e argamassa, como parte do cenário da Exposição do Mundo Português, foi destruído pelo vendaval de Janeiro de 1941. Vinte anos volvidos, no contexto das Comemorações Henriquinas, volta a ser construído de acordo com os planos originais, agora com a orientação do Arquiteto António Pardal Monteiro (1928-2012), suportado por uma estrutura de betão armado da responsabilidade do Engenheiro Edgar Cardoso (1913-2000), e as esculturas de Leopoldo de Almeida em calcário de Sintra.

 

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